PREVISÕES DO PENTÁGONO SOBRE AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

 

 

Segundo um Relatório Secreto do Pentágono, o Mundo atravessará um periodo de grandes transformações devido a catástrofes e calamidades nunca vistas pelas alterações climáticas bruscas que poderão ceifar muitas vidas humanas, associado a guerras e conflitos generalizados numa luta desigual pela sobrevivência.

 Este documento oficial na posse do Governo dos E.U.A.  acabou por transpirar para a imprensa e a revista norte-americana Fortune o publicou pela 1ª vez no dia 9 de Fevereiro de 2004, tendo causado grande preocupação.

O relatório foi pedido por Andrew Marsahll, influente Conselheiro de Defesa do Pentágono nas últimas três décadas, e baseia-se em estudos científicos minuciosos realizados nos últimos anos para tentar prever grandes catástrofes naturais desencadeadas pelo homem com sua forma de Civilização, porquanto agride e destrói a Natureza a um ritmo nunca visto sofrendo as consequências de suas loucuras, ganância e ambição.

O título desse trabalho é Climate Collapse, the Pentagon’s Weather Nightmare  (Colapso climático, o pesadelo do Pentágono) e o articulista David Stipp afirma mesmo que as mudanças que seriam  impossiveis de prever há alguns anos atrás são agora bem reais e em menos de uma década,  «o clima no mundo pode virar como uma canoa que se inclina pouco a pouco até emborcar de repente»...  A previsão é que essa mudança brusca poderia ocorrer entre 2010 e 2020.  

 

 

Em 22 de Fevereiro/2004, a revista britânica Observer  também publicou as informações do Pentágono que acabaram por ganhar repercussão internacional, visto que veio corroborar a primeira publicação reforçando assim o já anteriormente anunciado. Aos poucos, os responsáveis que elaboraram esses estudos vieram a público manifestar-se confirmando tudo, o que provocou a crítica de alguns sectores da sociedade norte-americana e europeia que ficaram irritados com o facto do Governo dos E.U.A  ter escondido essas informações por muito tempo até que a imprensa as descobrisse.

Também no Brasil a coisa foi explorada na revista Carta Capital  de 3 de Março do mesmo ano, onde Peter Schwartz (consultor da CIA) e Doug Randall (da Global Business Network)  afirmam que... «a mudança climática deveria ser elevada além do debate científico para uma preocupação mundial e da própria segurança nacional norte-americana».  Os autores do relatório asseveram mesmo que... «um cenário de mudanças climáticas catastróficas e iminentes é plausível e desafiaria a segurança nacional norte-americana de maneira que deveriam ser imediatamente consideradas».  Os dois previram enchentes generalizadas em algumas partes do Mundo a partir de 2005 (o que efetivamente se tem verificado) e o nível das águas dos Oceanos subiria  6 ou 7 metros devido aos degelos polares, o que poderá ter proporções calamitosas para milhões de pessoas.

"As guerras futuras serão travadas por sobrevivência", diz o Relatório  que traça um cenário avassalador para o futuro da Humanidade. Chuvas torrenciais cairão em muitos lugares destruindo barreiras, podendo mesmo tornar inabitável parte da Holanda que terá de reforçar seus diques. O mesmo sucederá ao Bangladesh que poderá ficar  submerso devido ao aumento do nível do mar que contaminará também seus suprimentos de água doce.

Cientistas de renome internacional visitaram a Casa Branca para exporem seus temores sobre os efeitos do  «Aquecimento Global», já que na tal reportagem na revista Carta Capital, segundo os investigadores, «até 2020 faltas catastróficas de água e energia vão se tornar cada vez mais difíceis de superar e causarão guerras em redor do mundo... É uma coisa deprimente, a ameaça à segurança é única porque não existe um 'inimigo' para apontar nossas armas e não temos controle sobre a situação» .

O sombrio relatório termina com previsões apocalípticas, e refere algumas zonas do globo mais susceptíveis de serem afectadas, como a República das Maldivas, a América Central, a América do Norte e do Sul, parte da Europa, África, Ásia e Oceania.  

 

 

Com o derretimento das geleiras do Ártico já tão nítido nos nossos dias, a água doce será libertada juntamente com a chuva intensificada pelo "Aquecimento Global" e será misturada à corrente do Golfo, reduzindo a salinidade deste. Assim... «a corrente, hoje submarina, seria retida na superfície e perderia o seu ímpeto, travando a 'correia' transportadora que conduz calor das Caraibas para a Europa Ocidental». O resultado disso seria pois que os Icebergs chegariam à costa de Portugal e a Europa congelaria. Em 2020, a temperatura média já teria caido 3 graus na maior parte do Hemisfério Norte.

Outras previsões dão conta que... «uma redução significativa na capacidade do planeta em sustentar a sua população actual ficará evidente nos próximos 20 anos», pois haveria um aumento de 33% das temperaturas de verão nalguns paises, prevendo-se que «o clima começará a perturbar a economia à medida que chuvas diluvianas, secas e ondas de calor tragam o caos à agricultura».

 

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Não há duvida que tudo isto vem ao encontro daquilo Jesus Cristo profetizou no seu Sermão falando sobre "o fim dos tempos" dizendo que viriam de "dias de Noé" sobre a nossa civilização, porquanto é certo que já se observam os degelos polares que se aceleram e vão aumentar o nivel das aguas do mar, a par de fenómenos climáticos nunca vistos que tendem a agravar-se não só pelo famigerado "Aquecimento Global" como pela própria mudança do eixo da Terra que ocorre ciclicamente e coincide sempre com a Degeneração geral da civilização, sendo verdade que esta já afetou mais o planeta nas últimas décadas do que em milhares de anos de evolução, e a história se repete na actual geração. A última vez que aconteceu foi no tempo de Noé, quando a lendária Atlântida desapareceu sob as águas do Dilúvio, pois a massa liquida do planeta de deslocou fazendo submergir várias partes do globo pondo outras a descoberto.

 

Naquele tempo foram os sacerdotes que avisaram sobre o que sucederia e o povo não prestou qualquer atenção e se continuava  corrompendo de tal modo que atingiu o limite de sua própria Degeneração, até que veio o Dilúvio e os apanhou a todos, tal como se descreve no primeiro livro da Bíblia, o Génesis.  Agora, são os próprios cientistas que alertam todos os governantes do planeta que já têm consciência do que se passa e sabem da gravidade da situação, mas se preocupam mais com as questões de natureza politica, económico/financeira, e tardam em tomar medidas ou decisões que minimizem os riscos e protejam as suas populações. Na verdade os homens fazem ainda "olhos cegos" e "ouvidos moucos" e nem a Ciência se faz ouvir até ao dia em que o mundo sofrerá de novo uma Grande Transformação.

 

 

Pausa para reflexão!

Rui M. Palmela

 SITE NOVA ERA