MENSAGEM DA GRANDE MÃE TERRA

 

 

O texto abaixo é um comovente relato e testemunho vivo de uma pessoa que teve um encontro em espírito com a "GRANDE GAIA" (a Terra) que sofre uma enorme agressão por parte dos seres humanos que se tornaram a pior espécie de criaturas á face do Planeta, afectando cada vez mais a sua estrutura (desde a superfície às entranhas) com sua forma de Civilização. O relato da experiência vivida espiritualmente por aquela pessoa (não importa seu nome nem nacionalidade, nem crença religiosa ou outra ) deve servir para todos fazermos uma profunda reflexão. Aqui fica: 



“Estava eu no pequeno templo construído em minha casa orando em favor de todos os seres da Terra. De joelhos, suplicava com tanto amor e compaixão que de repente me vi em espírito num Grande Templo...

Minhas mãos tocam o piso. Observo o piso, todo em preto e branco. Tento me localizar e ver onde realmente me encontro. Percebo que estou na primeira fileira de um grande grupo de almas, todas ajoelhadas. Passo a observar ao redor e vejo alguns rostos conhecidos; outros, nunca vi. Noto que ninguém percebe que estou ali. Todos oram em silêncio, alguns de olhos fechados, outros com o olhar fixo em algum ponto do alto. Então decido olhar para trás e ver quantos ali estão. São muitos! Centenas de almas humanas estão presentes naquele enorme Salão. Vejo rostos de todas as cores, tipos, raças, idades, sexos, todos ali ajoelhados, orando.

Percebo também algo comum a todos os rostos: o sofrimento. Sim, vejo nesses rostos a terrível aparência do sofrimento, e isso toca profundamente meu coração. Lágrimas começam a verter de meus olhos por ver meus irmãos sofrendo; começo a SENTIR todo o sofrimento de todos os seres que estão naquele Grande Templo.

Tento agora encontrar os “responsáveis”, os Mestres do Templo, enquanto me coloco na posição correta, voltado para a frente e fixando o olhar na ala sagrada do templo. Na verdade não é bem um altar. É uma grande mesa em formato de meia-lua. E ali, nesse Grande Salão, sou uma minúscula criatura que contempla um lugar frequentado por gigantes. Levanto um pouco minha cabeça como que para ver o que há além do altar...  


Meu Deus! Como não vi antes?! “Eles” já estavam ali desde que chegara... Sim, os Mestres todos estão atrás do altar ou da Grande Mesa semicircular. Todos são gigantes, na verdade são “terrivelmente divinos” como diz o Mestre Samael. Todos estão sérios, imóveis, parecem até “estátuas vivas”. Mas, Eles também sofrem, seus sofrimentos transparecem em suas faces.

Impera o mais absoluto silêncio... A atmosfera do templo parece estar tomada por uma névoa cinza. E passo a me perguntar como é possível haver tanto sofrimento e tanto cinza num Templo onde estão os sons divinos dos quais tanto ouvira falar? Onde está a alegria dos Anjos? Busco com os olhos pelo " Mestre Samael"... Onde estaria Ele?

Nada, nada além do silêncio e da atmosfera cinzenta.

Vendo e sentindo a dor de todos os irmãos ali presentes, meu coração começa a pesar, a doer; e a dor vai aumentando ainda mais quando fixo meus olhos nos rostos impassíveis dos Mestres... Isso corta meu coração... Não aguento a dor, não consigo ficar de joelhos, meu coração pesa tanto que sinto que não consigo mais “carregá-lo” dentro de mim... Não posso ficar ali sem fazer nada, sem pedir ajuda para meus irmãos. Arrasto-me de joelhos até os três degraus que estão à minha frente e que sobem “ao altar”. Chegando ali, estendo minhas mãos em suplica pedindo ajuda aos Grandes Mestres ali presentes.

Minha voz sai meio rouca, tímida, quebrando o terrível silêncio... Naquele momento penso como tive a coragem de sair de meu lugar e me dirigir aos Mestres quebrando aquele silêncio. Fico mais envergonhado ainda quando percebo que Eles dirigem seu olhar para mim... Mas então uma força poderosa me faz continuar, e movido pelo amor a todos os seres me “atiro” nos degraus do Grande Templo aos pés dos Mestres colocando-me à disposição deles, a seu serviço.

E peço, suplico e imploro para servir de instrumento para aliviar o sofrimento de todos os que sofrem em nosso planeta. Peço não somente por mim, mas também por meus irmãos ali presentes e que sentem o mesmo anelo, o mesmo ideal de servir à CAUSA. Ofereço-me juntamente com meus irmãos para formar um exército, um exército do Bem, um exército do Amor que, unido, pudesse aliviar o sofrimento do nosso amado planeta.

E então consigo ouvir que o gelo foi quebrado, as lágrimas de todos os seres começam a brotar de seus corações, o som do pranto de todos os irmãos toma conta do Grande Templo. Nesse momento SINTO a dor de todos os seres da Terra; não aguento sentir o que todos sofrem. Sinto uma compaixão jamais sentida antes em minha vida. Nesse estado me ofereço em sacrifício de todos os seres da Terra, desse planeta que tanto amo. Meus irmãos choram e também pedem baixinho; alguns se prosternam, outros erguem suas mãos para o Alto.  

Os Mestres permanecem calados, mas vejo lágrimas em seus olhos. Sim, os Grandes Mestres também sofrem pela humanidade que tanto sofre... Ver lágrimas nos olhos dos Mestres foi a maior prova de compaixão que já senti; abaixo minha cabeça na escada... Meu coração transborda de amor e choro como nunca em toda minha vida.

Nesse momento sinto que o chão começa a tremer; algo se aproxima, melhor, ALGUÉM se aproxima... Passos, sim, são passos de alguém, de um gigante. Os Mestres permanecem imóveis e serenos. Todos os irmãos começam a se olhar, assustados com a força das pisadas desse GRANDE SER que se aproxima: UM GRANDE DEUS, pensam todos!

Então tambores começam a bater no ritmo dos grandes passos do “Grande DEUS” que se aproxima... Inexplicável sensação de força, de poder emanada DESSE que se aproxima. Levanto minha cabeça, e da névoa cinzenta o SER se materializa... É como se Ele saísse do meio dessa névoa cinza... E atravessa aquela mesa em meio círculo...

Meu DEUS! É um gigante... Sim, um gigante... Um DEUS... Ou é uma DEUSA?! Ele (ou seria Ela?) se prosterna à frente do grande (?) exército. Usa túnica azul, seu rosto, sim, é feminino. É UMA DEUSA!!! Em meu coração começam a ressoar as palavras: GRANDE DEUSA... GRANDE DEUSA... GRANDE DEUSA...

Acompanhando os tambores, um coro de Anjos canta: GAIA... GAIA... (ao menos é assim que consigo entender).  

 

 

Esse SER irradia força e compaixão ao mesmo tempo. Sim, a FORÇA masculina e o AMOR feminino, juntos, ao mesmo tempo, numa mescla impossível de descrever. Então, suas enormes mãos se aproximaram de meu rosto e delicadamente faz com que meu rosto se apóie em suas pernas (ELA estava ajoelhada).

Então chorei como uma criança que, depois de estar perdida, reencontra sua MÃE... E meus irmãos, muitos deles , se aproximam se arrastando de joelhos, chorando desesperadamente, clamando pela MÃE, enquanto ELA os abraça com um sorriso do mais puro amor... Depois, sua Sagrada Mão faz um sinal, e do alto descem Anjos para “operar” n o templo-coração de todos os irmãos ali presentes.

E assim termina esta experiência maravilhosa, vivida em plena consciência e lucidez de minha alma e de meus sentidos... Suavemente retornei a este mundo chamado Terra, e segui meditando e orando por mais algum tempo...

Depois que tudo isto aconteceu (não sei quanto tempo fiquei naquele Sagrado Templo) algumas coisas foram esclarecidas por Eles...

IMPORTANTE SABER


Foi dito que os “guerreiros” do Bem são chamados de “Exército Branco” e que os “mensageiros” (ou missionários) são chamados de “Exército da Luz”.

Foi dito também que apesar de eu achar que existiam "muitos" seres no Templo, na verdade somos poucos, bem poucos, e a cada dia o “exército branco” perde soldados para o “exército negro”. De fato, o que são centenas de Guerreiros Brancos diante dos milhares ou milhões de Guerreiros Negros?

Foi dito que os Mestres também sofrem por nós... Que não somos insignificantes para Eles, não nos abandonam como muitas vezes pensamos...

Foi dito que nada do que fizermos é perdido ou inválido. Pelo contrário, TUDO é válido; qualquer esforço ou tentativa de aliviar o Karma Planetário é considerado.

Foi dito que já não existe mais salvação para “toda” a humanidade nos tempos que vivemos, mas muitos podem ser ainda resgatados no meio dos Acontecimentos. Existem muitas boas almas espalhadas pelo mundo para diminuir o próprio Karma da Humanidade e aquele que se doar e se sacrificar para aliviar o sofrimento alheio será recompensado e assistido.

Foi dito que todos os seres sofrem nesse período negro do Planeta, inclusive os próprios Mestres...

Foi dito que não estamos sós, que não fomos abandonados pela Divindade. Somos assistidos de forma permanente. Muitos Anjos da Grande Fraternidade Branca operam no coração de cada ser que possui uma pequena chama de amor acesa em seu templo interno...

Precisamos apenas SENTIR que os Seres Divinos trabalham em nós... Isso é real! Isso acontece! Isso está acontecendo! Cada vez que uma alma se ajoelha para orar em benefício da humanidade, de um irmão que sofre, de um pequeno animalzinho que sofre, é assistida por Seres Sagrados e auxiliada internamente. Cada vez que sentimos compaixão pelo próximo, que somos tocados pelo sofrimento do outro, uma chama violeta brilha em nosso Templo-coração. Essa luz sagrada é vista pelos Anjos da Compaixão (não importa o nome que dermos) que concorrem IMEDIATAMENTE para auxiliar o Ser pelo qual pedimos... Uma oração nunca passa “despercebida” para esses Anjos. E, dependendo da “intensidade” da compaixão que sentimos nesse momento, do amor que irradiamos de nosso coração, mais luz “produzimos”, e essa luz contribuirá para aliviar a dor de nosso irmão...

Foi dito que estamos todos interligados por “fios invisíveis”. Todos estamos conectados; por isso não importa a distância, o AMOR alcança todos os lugares do planeta e do Universo...

Foi dito que nosso coração pulsa ou deveria pulsar na mesma freqüência que o coração do planeta. Em nosso templo-coração existe uma chama que tem a mesma cor da chama do planeta (azul-violeta). Então, cada vez que sentimos compaixão, que pedimos pelo sofrimento de nossos irmãos, geramos, aumentamos a intensidade dessa Luz, e enviamos essa mesma Luz para aquele que sofre. Essa luz sai de nosso coração e se dirige diretamente para o coração do nosso irmão (somos todos irmãos, somos todos filhos da Terra). Quanto mais fizermos essa prática, quanto mais luz gerarmos, então nosso coração começará a pulsar na mesma freqüência que o coração da MÃE Terra.

Foi explicado que deixando de nos preocuparmos apenas connosco mesmos, e passando a nos dedicar aos outros, consequentemente começamos a diminuir nosso próprio sofrimento, pois começamos a entrar em sintonia, a pulsar na mesma frequência d a MÃE... Assim, doenças serão curadas, dores serão aliviadas, porque a natureza da Terra é a nossa mesma natureza. Todos somos filhos da GRANDE DEUSA, da GRANDE MÃE.

Foi dito que hoje estamos tão “endurecidos” que se torna cada vez mais difícil sentir compaixão. Na verdade não podemos sentir a verdadeira compaixão; só os Mestres sabem o que é SENTIR de verdade a compaixão, mas temos uma “chispa” de compaixão, e isso já é expressão do verdadeiro Amor, o suficiente para para chamar a atenção dos Anjos da Compaixão.. Conforme vamos trabalhando com esse sentimento, a pequena chama violeta de nosso coração começará a aumentar; com isso, esses Anjos virão em nosso auxílio, começarão a “quebrar” as “rochas” que isolaram com uma muralha de pedra nosso Templo-coração.

Foi dito que no universo tudo é cooperação. Eles nos ajudam e nós os ajudamos. Simples orações, pedidos sinceros em favor dos irmãos, em favor da humanidade que sofre, em favor de todos os seres que sofrem, são muito, muito, muito importantes - tanto para nós como para a própria evolução do planeta, porque dessa forma estamos colaborando com a GRANDE MÃE, e não existe nada mais importante nessa período negro em que o planeta se encontra hoje que ajudar nossa MÃE a amenizar o sofrimento de seus filhos.

Foi dito, por fim, que TODOS que orarem sinceramente, com amor verdadeiro, com sinceridade, irradiarão a luz azul-violeta desde seu templo-coração alcançando todos os seres da terra e do cosmos".  

Esta Mensagem tem proveniência duma "Igreja Gnóstica" no Brasil onde está publicada, pouco importando suas origens e sim o seu conteúdo, para o qual dei meu próprio contributo na sua divulgação.

Rui Palmela

 

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